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Falcoaria

FALCOARIA - O QUE É?

 

A falcoaria (ou cetraria) é a parceira entre Homem e Ave de Presa estabelecida com o intuito de caçar presas selvagens no seu meio natural.

Esta é uma forma de caça bela e emotiva, uma vez que concede à caça possibilidades de competir no “jogo” da sobrevivência. Jogo o qual, predador e presa conhecem intimamente desde há milénios.

Esta forma de caça proporciona a comunhão com o mundo natural, permitindo ao falcoeiro assistir a momentos de rara beleza que geralmente ocorrem longe da vista do Homem. Além de ser uma arte de caça espectacular, caracterizada por baixos índices de capturas, a falcoaria relaciona-se intimamente com as áreas da protecção e conservação da biodiversidade e com a ornitologia, salvaguardando os recursos naturais dos quais depende intimamente.

Na prática distingue-se entre o alto-voo e o baixo-voo: 

  • 1. Alto-voo
  • 2. Baixo-voo
O alto-voo é o mais espetacular e também o mais difícil, o mais exigente e o que reúne um maior número de condicionalismos, a par de uma menor rentabilidade na captura de peças. Neste tipo de lance são usados falcões que perseguem as suas presas no ar durante grandes distâncias e muitas vezes a grande altura. Este foi, pela sua beleza, o lance clássico da falcoaria europeia. O falcão necessita estar nas melhores condições físicas para conseguir superar a sua presa, uma vez que muitas das capturas dão-se em pleno voo.

A altanaria é considerada uma vertente do alto-voo. Neste lance, o falcão é solto antes da peça de caça levantar voo, de modo a que ascenda sobre o terreno de caça – “remontando” – até se colocar bem alto (na ordem da centena de metros), onde aguardará descrevendo pequenos círculos ou “tornos”. Ao levantar-se a caça, o falcão cai do céu num perfurante e rapidíssimo voo picado, podendo atingir velocidades próximas dos 300 km/hora. A maioria das capturas ocorre em voo, mas ocasionalmente algumas presas são mortas por impacto. Esta modalidade requer grandes espaços abertos, pouco arborizados. Caçam-se aves como corvídeos, patos, perdizes e faisões.

(Informação site da Associação Portuguesa de Falcoaria)

 

FALCOARIA - A HISTÓRIA:

 

A arte da Falcoaria tem como mais recuado testemunho iconográfico um baixo relevo representando um cetreiro empunhando uma ave de presa, encontrado na Mesopotâmia, nas ruínas de Korsabad. Este achado permite datar a prática da Cetraria cerca de 1400 anos a.c. Numa série de elementos, pode deduzir-se que a Cetraria terá tido o seu início cerca de 10 mil a 5 mil anos AC, em plena época neolítica.

 

Fotos © IAF.org

 

Terão sido os Citas que, além de contar com a glória da domesticação do cavalo, iriam primeiro estabelecer esta livre aliança entre homens e aves de presa. Neste tempo seria difícil para o Homem capturar as aves que habitavam a imensidão das estepes, nomeadamente a cobiçada abetarda-hubara. Idênticas dificuldades tinham os falcões selvagens: ao sobrevoarem os territórios onde as hubaras se encontravam estas mimetizavam-se com o solo, passando despercebidas ou não permitindo ao falcão possibilidades de ataque. E daí o jogo: os homens avançavam em busca das presas escondidas gritando para dar sinal aos falcões. Os falcões selvagens sobrevoavam os homens sabendo que seria levantada caça. As abetardas, apesar do receio do falcão em voo, levantavam à aproximação dos caçadores. O falcão, atento, desceria do alto como um dardo vivo, derrubando mortalmente uma destas presas.

Os homens sabiam esperar que o falcão saboreasse a sua refeição e abandonasse a sua refeição. Depois o homem poderia então apropriar-se da quase totalidade da presa. Este seria o princípio básico da arte da caça de Cetraria que seria depois respeitado pelos cetreiros de todos os tempos: o mútuo entendimento e a livre colaboração entre “o mais poderoso caçador da terra – o homem – e o mais perfeito caçador do ar – o falcão”.

 

Fotos © IAF.org

 

A arte da Cetraria foi-se requintando, desde o uso da luva, ao “rol” e do “caparão”. Começaram a capturar-se presas que as aves de presa não capturavam de forma natural. Da região outrora habitada pelos Citas – a oeste das montanhas Altai, entre os rios Ural e Irtich e a norte do mar Arai – a Cetraria cresceu para o Sul; para o Oriente (onde chegou até à China e ao Japão, já nos princípios da era cristã); para o Ocidente, com as tribos germânicas. É curioso verificar-se que aquela zona é hoje habitada por Kirghizes (cavaleiros nómadas de origem mongólica) que continuam, ainda hoje, a caçar com aves de presa, sobretudo águias-reais.

A Cetraria viria a atingir o mais alto esplendor e perfeição na Europa. Os vestígios da sua presença são inúmeros: a primeira cruzada ocorreu nos anos de 1096 a 1099 e, no entanto, já anteriormente aos Merovingios, consequentemente antes de 448, se caçava com aves de presa; no século VI, além da nobreza eram muito os membros do clero que apaixonadamente se entregavam a esta modalidade: os concílios de 506, de 517 e de 518 proibiram esta prática aos prelados; esta interdição veio a ser confirmada pelo imperador Carlos Magno, nos Capitulares, no primeiro dos quais, em 800, se legislava sobre a proteção das aves próprias para a Cetraria.

 

Fotos © IAF.org

 

As Cruzadas marcam um avanço decisivo na conquista das maiores subtilezas desta arte. Da Terra Santa, com os cavaleiros da primeira cruzada, vieram os segredos do uso do “rol” e do “caparão”, já utilizados pelos árabes, e sem os quais as aves, próprias para o alto voo – os falcões – não poderiam ser utilizadas na sua forma mais espetacular – o verdadeiro lance de “altanaria”.

Frederico II de Hohenstaufen, rei da Sicília e chefe do Sacro Império Romano-Germânico veio trazer à Falcoaria Europeia um enorme progresso. Praticante apaixonado, foi também o autor do famoso tratado “De Arte Venandi Cum Avibus“, livro notável escrito no seu Castel dei Monte. Frederico II trouxe à Europa muitos dos melhores falcoeiros árabes da Síria e da Terra Santa que aqui introduziram técnicas que permitiram à Cetraria europeia evoluir ao ponto de vir a ser a mais perfeita e de mais requintada. Nesta época falcões e açores tornam-se bens inalienáveis, como as espadas para os cavaleiros.

No que toca à dimensão importa referir que foi o Imperador Mongol Gengis-Kan a possuir a maior Falcoaria do mundo, com 5 mil aves de presa, de variadas espécies. Estas encontravam-se a cargo de centenas de cetreiros.

Na Península Ibérica  a Cetraria floresceu. Pensa-se que terá chegado a estas paragens com os visigodos, pelo norte, e depois com os árabes, pelo sul. As primeiras notícias escritas da sua existência, aquém Pirenéus, surgem-nos no século IX, com os bispos Severino e Ariúlfo, refugiados nas Astúrias, mencionando as suas açoreiras, o mesmo sucedendo com Ordonho I ao confirmar o testamento de Afonso, o Casto, em 897. E é até curioso como através dos antigos poemas peninsulares, dos velhos romanceiros e cantares medievais, se pode notar a evolução desta arte. Primeiro, como inseparáveis companheiros dos cavaleiros, pertence aos açores, e somente mais tarde surgem com maior evidência os falcões.

 

 Fotos © IAF.org

 

O apogeu da Cetraria europeia foi alcançado nos séculos XIV a XVII. A decadência vem a verificar-se, inicialmente, com o aperfeiçoamento das armas de fogo e posteriormente com as modificações sociais resultantes da Revolução Francesa. Contudo, não se chegou nunca ao aniquilamento total: um ou outro cetreiro, um ou outro agrupamento, mantiveram na Europa a chama viva do fogo antigo. Sobretudo na Holanda e no Reino Unido.

(Informação site da Associação Portuguesa de Falcoaria)

 

 

 

A FALCOARIA EM PORTUGAL

Em Portugal1 a cetraria está presente desde o início da primeira Dinastia. O período de maior esplendor desta actividade no nosso país ocorre durante o reinado do rei D. Fernando, século XIV (1367–1383). Neste período é de realçar o “Livro de Falcoaria” de Pêro Menino, encomenda do próprio rei que tratava de questões relacionadas com a saúde das aves de presa. O original do livro de Pêro Menino perdeu-se, existindo apenas cópias do século XVII, entre as quais a mais fidedigna está hoje guardada na biblioteca nacional.

Com a perda da independência para Castela, no século XVI a actividade deixou o seu esplendor em Portugal e foi mantida por poucos. No entanto é durante esse período que chega a publicação o mais famoso tratado da falcoaria em Portugal – Arte da Caça de Altaneria, de Diogo Fernandes Ferreira, que foi publicado em Lisboa, em 1616. Esta é uma obra que trata detalhadamente dos conhecimentos à época relativos à cetraria é hoje considerada um ex-libris da literatura seiscentista, um testemunho das tradições à época. O autor teria setenta anos quando o seu livro foi publicado.

Durante o século XVIII e após a restauração da independência e devido às descobertas realizadas no Brasil, a casa real Portuguesa retoma a prática da falcoaria com grande entusiasmo. Neste período a falcoaria da casa real portuguesa contava com instalações próprias na “Real Falcoaria de Salvaterra de Magos”. Estas rivalizavam com o que melhor se fazia nesta arte a nível europeu e contavam com a direcção de mestres oriundos dos Países Baixos e que reputavam como os melhores da Europa.

O apogeu da Cetraria europeia, o maior refinamento da arte, foi alcançado nos séculos XIV a XVII. A decadência vem a verificar-se, inicialmente, com o aperfeiçoamento das armas de fogo e posteriormente com as modificações sociais resultantes da Revolução Francesa. Contudo, não se chegou nunca ao aniquilamento total: um que outro cetreiro, um que outro agrupamento, mantiveram na Europa a chama viva do fogo antigo. Sobretudo na Holanda e no Reino Unido.

Neste período muitas aves vieram do estrangeiro como oferta ao rei, entre eles (em 1764) os mais belos Gerifaltes (Falco rusticolus) da Islândia, prenda do monteiro-mor da Dinamarca. Só em 1765 chegaram a Portugal sessenta falcões, que foram treinados e mantidos na falcoaria real de salvaterra de magos. No início do século XIX, com a família real portuguesa ausente no brasil, são extintos os cargos relacionados com a administração e a falcoaria real cai em esquecimento.

Até ao século XX foi praticada apenas por um punhado de entusiastas que mais tarde viriam a formar a Associação Portuguesa de Falcoaria (APF) e de onde se destacam Nuno de Sepúlveda Velloso, Natália Correia Guedes, Alfredo Baptista Coelho e José Albano Veloso Coelho. Para além disso,  é justo destacar-se o do grande pintor – e matemático, astrónomo, columbófilo e atirador à pistola que foi Constantino Fernandes, falecido em 1920.

1: Crespo, Carlos – A Arte da Falcoaria. Edicões Inapa, 1999

(Informação site da Associação Portuguesa de Falcoaria)

Nuno de Sepúlveda Velloso – Pioneiro da falcoaria em Portugal

 

 

FALCOARIA REAL DE SALVATERRA DE MAGOS

 

O EDIFÍCIO

A construção do edifício da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos data do século XVIII. De arquitetura pombalina contou com orientações do arquiteto Carlos Madel e apresenta influências das falcoarias holandesas de Setecentos, constituindo um exemplar único na Península Ibérica.

Considerada a mais nobre das artes cinegéticas, a falcoaria foi apanágio de imperadores, reis e príncipes de todo o mundo. A história da Real Falcoaria de Salvaterra está intimamente associada à história do Paço Real – Casa de Campo da Coroa – que, com o passar do tempo, transformou a nobre vila ribatejana num importante centro da vida social e artística da corte portuguesa. O período de maior ascensão da Falcoaria dá-se em 1752 com a chegada de uma dezena de falcoeiros holandeses de Valkenswaard, para ensinar esta arte.

A caça foi desde sempre um dos passatempos prediletos da Família Real Portuguesa, facto que se reflete no seu calendário cinegético que tinha uma duração aproximada de 8 a 9 meses por ano.

Neste calendário, as “jornadas de caça” em Salvaterra assumiam particular importância, decorrendo nos meses de inverno, habitualmente entre novembro e fevereiro.

A proximidade com Lisboa e com o Rio Tejo, as excelentes coutadas de caça faziam com que em Salvaterra se reunissem as melhores condições para que a corte apreciasse em pleno uma das suas atividades favoritas: a caça.

Motivos suficientes para que, no século XVIII, se construísse nesta vila a Falcoaria Real Portuguesa.

A saída da Família Real para o Brasil, devido às invasões francesas, foi considerada como ponto de partida para a sua degradação e decadência. Com a República, grande parte dos bens da Coroa foram vendidos em hasta pública, fazendo com que a Falcoaria perdesse as suas funções de origem.

O processo de recuperação e valorização da Falcoaria Real começou há mais de 60 anos, quando este edifício é classificado, em 1953, como Imóvel de Interesse público (Decreto n.º 39 175, DG, I Série, n.º 77, de 17-04-1953), obrigando a que a sua traça arquitetónica fosse mantida. Na década de 1980, a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos consegue comprar o edifício ao seu último proprietário privado, o Conde Monte Real, e no ano de 2009 volta a abrir as suas portas, completamente recuperado.

 

Fachada Falcoaria Real Salvaterra de Magos

 

 Páteo Interior Falcoaria Real Salvaterra de Magos

 

 

EQUIPAGEM DE VOO

A equipagem de voo da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos é composta por cerca de 25 aves de presa de diferentes espécies que, pelas suas diferenças características tornam possível duas formas de voo distintas, alto e baixo voo.

Ao visitar a Falcoaria Real ficará a conhecer um pouco mais sobre o quotidiano destas aves em cativeiro, onde estão salvaguardadas e reunidas as características ideais ao seu bem-estar.

 

 

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

Através de uma visita à exposição permanente conhecerá um pouco da história da vila de Salvaterra de Magos. De uma forma interativa e com acompanhamento dos nossos guias, descubra o mundo da Falcoaria desde o Neolítico até aos nossos dias, os motivos que conduziram ao aparecimento desta arte, bem como a sua importância na vila de Salvaterra, que sempre reuniu condições favoráveis para a realização de caçadas.

 

 

FALCOARIA EM PORTUGAL - PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DA UNESCO

 

A arte da Falcoaria em Portugal foi declarada Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, no dia 1 de dezembro de 2016, durante a 11ª reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que decorreu em Addis Abeba, Etiópia.

A delegação portuguesa, composta pelo presidente substituto da Comissão Nacional da UNESCO, Jorge Lobo de Mesquita; e pelo presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Hélder Manuel Esménio - acompanhados pela Técnica Superior de História do Município, Patrícia Leite - mostrou-se muito satisfeita com a decisão da comissão de especialistas da UNESCO.  Para ilustrar a candidatura, o presidente da autarquia de Salvaterra de Magos deu a conhecer às várias delegações da UNESCO, alguns utensílios de Falcoaria, entre eles uma luva de falcoeiro e três caparões.

A candidatura “Falcoaria. Património Humano Vivo” foi liderada pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, devido à autenticidade que o edifício da Falcoaria Real confere ao concelho, em parceria com a Universidade de Évora e a Associação Portuguesa de Falcoaria (APF), contando ainda com o apoio e colaboração da Entidade Regional de Turismo do Alentejo / Ribatejo.

A Falcoaria, enquanto forma de caça, compreende a parceria entre homem e ave de presa para a captura de um animal selvagem no seu habitat natural, tratando-se de uma forma de caça ecológica, de baixo rendimento, que apela à comunhão com a natureza, procura a estética do lance de caça e cuja prática, a nível nacional, detém características únicas que mereciam o reconhecimento da UNESCO.

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos está empenhada em promover a Falcoaria Real, bem como a prática deste tipo de caça, contando com o apoio da Universidade de Évora e da Associação Portuguesa de Falcoaria para desenvolver atividades que possam dar continuidade a este trabalho. O Município pretende também que Salvaterra seja um local assíduo para todos os falcoeiros e para novos praticantes, para quem queira aprender mais sobre esta prática e para quem tencione estudar e aprofundar conhecimentos sobre a temática.

 

 

ENTRADAS GRATUITAS

 

Marcação de Visitas:

Telefone: 263 509 522
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Horário de Inverno (de 1 de Outubro a 30 de Abril)
 
Semana e fins de semana
 
9h - 12h30m
13h30- 17h
 
Horário de Verão (De 1 de Maio até 30 de setembro)
 
Horário de semana
 
9h - 12h30m
13h30- 17h
 
Fins de semana
 
10h-13h
15h-19h 
 
Encerramento
2ª feira 
Sexta-feira Santa
Páscoa
Dia do trabalhador (1 de maio)
Dia de Natal (25 de Dezembro)
Dia de Ano Novo (1 de Janeiro)
 

Morada FALCOARIA REAL

Avenida José Luís Brito Seabra, nº17

2120 Salvaterra de Magos

Tel:  263 509 522

Fax: 263 509 501

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Contactos Úteis

  • Contactos Úteis

  • Farmácias

  • Município

  • Saúde

  • Serviço de Ambulâncias

  • Freguesias

  • Segurança Social

    Avenida Dr. Roberto Ferreira da Fonseca, 5
    2120-115 Salvaterra de Magos
    Telefone: 300 502 502

  • Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 504 463

  • Repartição de Finanças

    Rua Capitão Salgueiro Maia, 14-15
    2120 - 080 Salvaterra de Magos
    Telefone: 263 509 000

  • EDP

    Avarias: 800 506 506

    Santarém: 243 005 700

  • Águas do Ribatejo

    Geral: 263 509 400

    Número Azul: 808 202 011

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    Site: www.aguasdoribatejo.com

     

  • Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial

    Rua Capitão Salgueiro Maia, n.13 - r/c esq.
    2120 - 080 Salvaterra de Magos
    Telefone: 263 509 050

  • CTT

    Rua 25 de abril, n.27
    2120 - 999 Salvaterra de Magos
    Telefone: 263 500 040

    site: www.ctt.pt

     

  • IEFP - Centro de Emprego de Salvaterra de Magos

    Rua Capitão Salgueiro Maia
    2120 - 080 Salvaterra de Magos
    Telefone: 263 500 430

    Site: www.iefp.pt

     

  • Guarda Nacional Republicana - Posto de Marinhais

    Tel.: 263 590 170

  • Guarda Nacional Republicana - Posto de Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 504 118

     

  • Farmácia Carvalho

    Rua Dr. Gregório Fernandes, 20-22
    Salvaterra de Magos
    263504402
  • Farmácia Glória do Ribatejo

    Largo 1º de Maio, 11
    Glória do Ribatejo
    263595280
  • Farmácia Brardo

    Urbanização São Miguel, LT. 1 Fração A R/C Dtº
    Marinhais
    243581119
  • Farmácia União

    Rua João Pinto Figueiredo, 139
    Marinhais
    263595109
     
  • Farmácia Costa

    Rua Imaculado Coração de Maria, 182
    Foros de Salvaterra
    263507795
  • Farmácia Martins

    Rua Heróis de Chaves, 31
    Salvaterra de Magos ( Frente à Rodoviária)
    263504319
  • Biblioteca Municipal de Salvaterra de Magos

    Praça da República, nº1

    2120-072 Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 509 530

    Fax: 263 509 501

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  • Pólo Biblioteca de Marinhais

    Tel.: 263 509 531

    Fax: 263 509 501

  • Pólo Biblioteca de Glória do Ribatejo

    Tel.: 263 509 532

    Fax: 263 509 501

  • Piscinas Municipais

    Zona Desportiva

    2120 Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 509 550

    Fax: 263 509 501

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  • Turismo

    Edifício do Cais da Vala

    Av. José Luís Brito Seabra, nº 137

    2120-052 Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 509 520

    Fax: 263 509 501

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  • Divisão Financeira

    Tel.: 263 509 500

    Fax: 263 509 501

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  • Divisão de Urbanismo e Planeamento

    Tel.: 263 509 510

    Fax: 263 509 501

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  • Divisão de Acção Social

    Tel.: 263 509 535

    Fax: 263 509 501

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  • Divisão de Obras Municipais e Serviços Urbanos

    Tel.: 263 509 500

    Fax: 263 509 501

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  • Falcoaria Real

    Av. José Luís Brito Seabra, nº17

    2120 Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 509 522

    Fax: 263 509 501

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  • Proteção Civil Municipal

    Tlm.: 962 116 577 (das 9h às 17h)

    Tel.: 263 504 463 (das 17h às 9h)

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  • Espaço de Cidadão de Salvaterra de Magos

    Praça da República, nº1

    2120-072 Salvaterra de Magos

    Telefone: 263 509 595

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  • Delegação de Marinhais

    Mercado de Cultura

    Largo da República, nº 37

    2125-122 Marinhais

    Telefone: 263 509 505

    Telemóvel: 925 960 754

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  • Gabinete de Comunicação e Imagem

    Tel.: 263 509 500

    Fax: 263 509 501

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  • Espaço do Cidadão de Marinhais

    Mercado de Cultura

    Largo da República, nº 37

    2125-122 Marinhais

    Telefone: 263 509 590

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  • Assembleia Municipal

    Praça da República nº.1
    2120 – 072 Salvaterra de Magos
    Tel: 263 509 500
    Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

  • Câmara Municipal de Salvaterra de Magos

    Praça da República, nº1

    2120-072 Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 509 500

    Fax: 263 509 501

    Site: www.cm-salvaterrademagos.pt

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  • Delegação de Glória do Ribatejo

    Av. Estados Unidos da América, nº9

    2125 Glória do Ribatejo

    Tel.: 263 509 509

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  • Delegação de Foros de Salvaterra

    Largo 25 de Abril

    2120 Foros de Salvaterra

    Tel.: 263 509 507

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  • Delegação de Marinhais

    Rua João Pinto Figueiredo nº 217

    2125 Marinhais

    Tel.: 263 509 505

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  • Delegação de Muge

    Rua da Glória

    2125 - 339 Muge

    Telm.: 967880118

    email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

  • Unidade de Saúde de Foros de Salvaterra

    Tel.: 263 102 453

     

  • Centro de Saúde de Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 500 470

     

  • Unidade de Saúde de Glória do Ribatejo

    Tel.: 263 595 435

  • Unidade de Saúde de Marinhais

    Tel.: 263 595 359

     

  • Casa do Povo de Glória do Ribatejo

    Tel.: 263 595 236

  • Associação Humanitária do Granho

    Tel.: 243 581 228

  • Associação Humanitária de Foros de Salvaterra

    Tel.: 263 505 709

  • Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos

    Tel.: 263 504 463

     

  • Número Nacional de Emergência Médica

    Tel.: 112

  • Junta de Freguesia de Marinhais

    Rua João Pinto Figueiredo nº. 217
    2125 – 181 Marinhais
    Tel: 263 595 114
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  • União de Freguesias de Glória do Ribatejo e Granho

    Glória do Ribatejo
    Av. Estados Unidos da América, nº.9
    2125 – 027 Glória do Ribatejo
    Tel: 263 595 480

    Granho
    Rua Alexandre Herculano, nº.15
    2125 – 401 Granho
    Tel: 243 589 127

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  • União de Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra

    Salvaterra de Magos
    Rua Timor Lorosae nº. 2
    2120-100 Salvaterra de Magos
    Tel: 263 504 415

    Foros de Salvaterra
    Largo 25 de abril
    2120-181 Foros de Salvaterra
    Tel: 263 504 865

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  • Junta de Freguesia de Muge

    Rua Vasco da Gama nº. 37
    2125 – 322 Muge
    Tel: 243 581 130
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